quinta-feira, 25 de setembro de 2014

DF: Coordenador de enfermagem receberá R$ 50 mil de indenização da Unimed Brasília

A Unimed Brasília foi condenada a pagar R$ 50 mil de indenização por danos morais a um coordenador de enfermagem que ficou sem receber salário e vale transporte durante seis meses. O empregado também sofreu perseguição dentro da instituição hospitalar em que trabalhava, a qual o acusou de subtrair documentos e ainda o removeu de sua sala de trabalho. A decisão foi do juiz titular da 19ª Vara do Trabalho de Brasília, Grijalbo Fernandes Coutinho.

SP: Sindicato denuncia assédio moral em agências do Banco do Brasil

O Sindicato dos Bancários de Catanduva e Região constatou que os bancários do Banco do Brasil das agências subordinadas às regionais de Araraquara e Lins vêm sofrendo constantes pressões por cumprimento de metas, caracterizando assédio moral.

SP: Sindicato denuncia assédio moral contra Servidores Municipais de Guarulhos

O Sindicato dos Servidores Municipais de Guarulhos (Stap) denuncia assédio moral contra trabalhadores da Secretaria do Meio Ambiente (Sema) e em outras repartições. Quinta (25), às 14 horas, Pedro Zanotti Filho, presidente da entidade, usará a tribuna livre da Câmara para formalizar as denúncias.

SP: Professores e estudantes denunciam assédio moral na implantação de escola de tempo integral em São Caetano do Sul

Professores e estudantes da E.E Coronel Bonifácio de Carvalho, no Município de São Caetano do Sul (D.E de São Bernardo do Campo), acompanhados pela Diretoria da APEOESP, estiveram na sede da Secretaria Estadual da Educação na tarde de terça-feira, 23 de setembro, onde se reuniram com a Secretária Adjunta e com a Coordenadora do Projeto de Escola de Tempo Integral da SEE, professora Valéria Souza.

PR: Bancários de Campo Mourão denunciam call center clandestino no BB

O Sindicato dos Bancários de Campo Mourão e Região, no interior do Paraná, denunciou ao Ministério Público do Trabalho (MPT) a prática irregular do serviço de call center no terceiro pavimento do prédio da agência do Banco do Brasil, o que representa uma central clandestina de teleatendimento.

MG: Empresa administradora de lojas varejistas é condenada por assédio moral praticado contra vendedora

Imposição e cobrança de metas excessivas, forma de venda constrangedora e humilhante, divulgação da improdutividade de forma discriminatória. Esse foi o cenário que levou o juiz substituto Márcio Roberto Tostes Franco, à frente da 1ª Vara do Trabalho de Pouso Alegre, a condenar uma grande empresa, responsável pela administração de importantes varejistas brasileiras, a pagar indenização por dano moral a uma vendedora. A reparação foi arbitrada em R$ 30 mil.