segunda-feira, 6 de abril de 2015

MS: Mulheres sofrem assédio moral na construção civil de Campo Grande

A entrada de um número cada vez maior de mulheres na indústria da construção civil e do mobiliário de Campo Grande, tem apresentado problema de assédio moral a essas trabalhadoras, tanto nos canteiros de obras, nas funções técnicas (pedreiro, carpinteiro, azulejista...) como também nos escritórios e outras repartições internas das empresas construtoras.

Por Wilson Aquino - Região News / Foto Divulgação

RS: MPT-RS inicia campanha contra discriminação religiosa no trabalho

Teve início em 9 de março a campanha contra a discriminação religiosa, promovida pelo Ministério Público do Trabalho no Rio Grande do Sul (MPT-RS) e paga pelo grupo Villela. Outdoors foram instalados na região Metropolitana de Porto Alegre e busdoors circulam em ônibus da Capital. A campanha é parte de acordo judicial que encerrou ação civil pública (ACP) ajuizada pelo MPT-RS contra o Grupo Villela, por conta de discriminação de natureza religiosa no trabalho. A publicidade durará quatro meses e totaliza R$ 250 mil, em substituição a indenização por danos morais coletivos, inicialmente postulada pelo MPT-RS na ACP.

Por Luis Nakajo - Flávio Wornicov Portela / MPT-RS / Foto divulgação

SP: Secretário desconversa sobre suposto assédio moral a servidores

O secretário de Saúde de Itapetininga (SP), Denilson Rodrigues Silva, não quis falar sobre a denúncia de um áudio que mostraria susposto assédio moral feito por ele e um assesor a servidores públicos. Questionado pelo vereador Milton Nery Neto (PROS) durante sesão da Câmara, nesta quinta-feira (2), Silva disse: "Quanto a esta afirmação, eu quero conversar sobre saúde." Após a sessão, o titular da Pasta foi embora sem dar entrevista à equipe de reportagem da TV TEM.

Por G1 Itapetininga e Região / Foto Reprodução/ TV TEM

MG: Cohab indenizará engenheiro coagido a desistir de ação trabalhista para manter emprego

A Companhia de Habitação do Estado de Minas Gerais – Cohab MG foi condenada a indenizar em R$ 10 mil um engenheiro, ocupante de cargo em comissão, coagido a escolher entre manter o emprego ou prosseguir com ação trabalhista ajuizada contra a entidade. A Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho manteve a condenação, mas acolheu recurso da empresa e reduziu o valor da indenização, fixado inicialmente em R$ 100 mil.

Por Lourdes Côrtes/CF - TST