terça-feira, 7 de abril de 2015

EXAME.com: Os atos ilícitos ou ilegais mais cometidos por funcionários

“Buscar os direitos na Justiça do Trabalho” é uma frase mais comumente atribuída a empregados do que a empregadores. Mas, de acordo com a advogada Cintia Yazigi, atos ilícitos ou ilegais cometidos por profissionais dentro das empresas podem, além de render demissão por justa causa, resultar em processos judiciais movidos pelo empregador contra o ex-funcionário.

Por Camila Pati, de EXAME.com

AL: Após acordo judicial, Rede Kinoplex terá que pagar horas extras e conceder intervalos intrajornadas a empregados

Depois de pedir à justiça a responsabilização da rede de cinemas Kinoplex, por não pagar horas extras e não conceder intervalo intrajornada a trabalhadores, dentre outras irregularidades, o Ministério Público do Trabalho (MPT) conseguiu firmar acordo com a rede de entretenimento. O acordo foi homologado na Justiça do Trabalho no dia 27 deste mês.

Por Ascom / MPT-AL

PR: Metalúrgicos de Curitiba malham o assédio moral na Bosch

Aproveitando as comemorações da Semana Santa, os metalúrgicos da Grande Curitiba fizeram um ato simbólico no último sábado (04) contra o assédio moral e as práticas antissindicais da empresa. Os trabalhadores malharam um judas representando o assédio moral praticado pela multinacional alemã. “Malhamos esse judas para mostrar que o trabalhador não deve temer o assédio moral e sim lutar contra ele. É um ato que marca também o protesto contra as demissões ilegais na Bosch”, resumiu o diretor do Sindicato da categoria, Jorandir Ferreira, o Alicate.

Por Assessoria de imprensa da Força Sindical-PR

PE: MPT pede que justiça retome interdição da Contax

O Ministério Público do Trabalho em Pernambuco (MPT-PE) emitiu um parecer favorável à manutenção do ato de intervenção da Contax, que funciona em Santo Amaro, “considerando o conjunto de irregularidades trabalhistas verificadas no procedimento de fiscalização”. Cerca de 14 mil empregados trabalham na empresa.

Por Jamildo Melo - Blog de Jamildo / Foto reprodução NE10

SP: Empregado vítima de chacotas por ter vitiligo receberá R$ 50 mil

A Comercial Zena Móveis Sociedade Ltda. (Lojas Marabraz, de São Paulo) foi condenada pela Quinta Turma do Tribunal Superior do Trabalho a pagar indenização por dano moral de R$ 50 mil a um empregado que, por ter vitiligo, era chamado pelos colegas de "panda" e "Michael Jackson", entre outros apelidos. O valor inicialmente fixado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (SP), de R$ 300 mil, foi considerado pela Turma em desacordo com os critérios de razoabilidade e proporcionalidade. 

Por Lourdes Côrtes/CF - Secretaria de Comunicação Social do TST