quarta-feira, 3 de junho de 2015

PR: Justiça condena APPA por assédio moral contra ex-prefeito

O Juiz Titular do Trabalho Daniel Rodney Weidman, da 3ª Vara do TRT da 9ª Região, condenou a Associação dos Portos de Paranaguá e Antonina – APPA, a pagar R$ 50 mil em indenização para reparação de danos morais ao ex-prefeito de Paranaguá, José Baka Filho. Baka é engenheiro civil e funcionário da APPA. Ele moveu a ação, motivado por perseguições impostas pela administração do Porto de Paranaguá, desgaste pessoal e desmoralização perante os colegas, desde que reassumiu suas funções na empresa pública em janeiro de 2013.

Por Bem Paraná

PR: Diretor do Senge integra comissão de combate ao assédio moral na Cohapar

O Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR) participou na última semana de reunião da Comissão de Processamento de Denúncias de Assédio Moral (Copam) da Cohapar. A Copam é formada por seis integrantes, dos quais três representantes indicados pela Cohapar e três pelos trabalhadores, dentre os quais o diretor do Senge-PR, Theodozio Stachera Júnior, e os funcionários Maria Fernanda Lagana de Almeida Santos e Wania Fioravante.

Por Senge-PR

Portugal: Superiores hierárquicos são os principais autores de assédio no local de trabalho

Segundo dados preliminares da pesquisa “Assédio Sexual e Moral no Local de Trabalho em Portugal, coordenada pela professora Anália Torres, as mulheres são as principais vítimas tanto de assédio moral (16,7%) como de assédio sexual (14,4%) no local de trabalho. Os homens também são vítimas destas formas de assédio, no entato, mais sobre a forma de moral (15,9%) do que sexual (8,6%).

Por Human Resources Portugal

TO: Banco Itaú é processado por assédio moral após funcionária grávida abortar em agência

O Ministério Público do Trabalho em Palmas (TO) pede na Justiça Trabalhista a condenação do Banco Itaú S.A. por prática de assédio moral organizacional no Estado do Tocantins. A multa pretendida é de R$ 20 milhões por dano moral coletivo.

Por ASCOM / MPT 10.ª Região

GO: TRT condena telefonia Vivo a pagar R$ 10 mil de indenização por colocar operadora em ócio forçado

A Terceira Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 18ª Região (GO) condenou a empresa Atento Brasil S.A. (prestadora de serviços da operadora de celular Vivo S.A.) a pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais a trabalhadora que foi submetida a ócio forçado. A Turma entendeu que o “empregado afastado de forma injustificada do exercício das suas funções e obrigado a comparecer diariamente ao local de trabalho permanecendo ocioso durante toda sua jornada laboral sofre dano moral que deve ser reparado”.

Por Lídia Neves - Núcleo de Comunicação Social / TRT18

Jornal da Cultura: Debate sobre assédio moral

Foi ao ar dia 02/06, pelo Jornal da Cultura, um debate sobre assédio moral com a advogada Dra. Sônia Mascaro Nascimento e o Professor Dr. Roberto Heloani.

Confira:

AC: No AC, servidores de cartório entram em greve e relatam ameaças

Funcionários do Cartório do 3º Ofício de Rio Branco entraram em greve por tempo indeterminado, nesta terça-feira (2). A categoria denuncia casos de assédio moral e cobra melhores condições de trabalho. A administração do Cartório nega as denúncias e o caso será investigado pela Corregedoria do Tribunal de Justiça do Acre (TJ-AC).

Por G1 AC / Colaborou Oscar Xavier, da TV Acre - Foto Reprodução TV Acre