terça-feira, 6 de outubro de 2015

Espanha: Fora do exército por ter denunciado o assédio, Zaida entra na política

Há quatro meses a comandante Zaida Cantera assinou a sua saída definitiva do exército espanhol. Chegava assim ao fim uma etapa da sua vida que ficou marcada, nos últimos meses, pela denúncia apresentada depois de ter sofrido assédio sexual e laboral nos últimos anos. Agora, começa uma nova : a política, como número seis da lista do PSOE por Madrid às eleições de 20 de dezembro.

Por Belén Rodrigo / DN Globo

DF: INASP promove seminário sobre assédio moral

O Instituto Nacional de Saúde Psíquica (INASP) realiza neste mês em Brasília mais um seminário com intuito de orientar a sociedade civil sobre seus direitos. A próxima temática será "Assédio moral no local de trabalho: consequencias e soluções".

Por INASP Informa

Canadá: Acusado de assédio, cartola renuncia à presidência do comitê canadense

Investigado por assédio sexual, Marcel Aubut renunciou ao cargo de presidente do Comitê Olímpico do Canadá (COC). No posto desde 2010, o ex-dirigente da NHL, a liga profissional americana de hóquei, teria assediado três funcionárias do COC. Duas deles se manifestaram logo após a primeira moça ter acusado o cartola de 67 anos de idade. Com a saída de Aubut, a ex-remadora Tricia Smith, medalhista olímpica de prata em Los Angeles 1984, assumiu interinamente a presidência do Comitê Olímpico do Canadá (COC).

Por GloboEsporte.com / Foto AP

PI: Projeto coíbe assédio moral em repartições públicas do Piauí

O deputado estadual Marden Menezes (PSDB) apresentou um projeto na Assembleia Legislativa, na sessão da última quinta-feira (01), que dispõe sobre a vedação do assédio moral em repartições públicas da administração estadual direta, indireta e fundações públicas.

Por Luiz Carlos Júnior - GP1 / Imagem Rayane Trajano/GP1

MT: Empregada do grupo JBS que sofria discriminação por ser homossexual recebe danos morais

Uma funcionária, que atua no setor de abate de um frigorífico da JBS, em Alta Floresta, receberá uma indenização de R$ 7 mil por danos morais. A decisão foi proferida, por unanimidade, pela 1ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho de Mato Grosso. A empregada, após ter se declarado homossexual, ouvia diariamente piadas ofensivas sobre sua sexualidade e até passou a realizar trabalho mais pesado do que as demais.

Por Túlio Paniago - Redação Olhar Direto